3 de jan. de 2013

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 Bem-vindo ao Blog 3 do
PACWINO by ACCaldas

Qual deve ser o Plano brasileiro para o jogo econômico mundial, priorizando o desenvolvimento do mercado interno?



O PACWINO by Caldas obtém, processa, estoca e distribui informações de interesse acadêmico, empresarial, profissional e universitário, via internet.



O PACWINO logo estará com os seus 7 (Sete) Blogs disponíveis, proporcionando novidades críveis, todos os dias, com Livre acesso ao Público via internet. No momento, estamos em fase de "Obras Criativas", evoluindo diariamente com inovações e notícias novas, enquanto pedimos compreensão pelos naturais inconvenientes.



É indispensável que tenhamos uma ideia mais precisa do que acontece e do que se prepara no cenário internacional, com seus naturais desdobramentos no Brasil.
Ou será que é preferível continuar apenas formulando as perguntas banais de quem jamais será capaz de prever qualquer acontecimento ou desenvolver qualquer plano de jogo estratégico?









     Todo Marketing é o Marketing de uma idéia estratégica de Comercialização.


     Para que se possa detonar com os enigmas da Economia (Nacional ou Global), a lógica é muito simples: para que se possa resolver um problema é preciso, primeiro, enxergá-lo em toda a plenitude.




     Fundamentalmente, só se consegue obter o crescimento econômico de um país (ou empresa) com o desenvolvimento de novos produtos que tenham substanciais espaços nos mercados interno e externo, com inovações tecnológicas em produtos, nos processos de produção e na estrutura de comercialização, assegurando preços finais cada vez mais baixos para a conquista de cada vez mais consumidores potenciais.

     As empresas, quando atingem o grau por excelência, conseguem realizar incríveis rotinas que os economistas e racionalistas afirmam ser totalmente impossíveis, simplesmente porque têm a capacidade de manejar ambiguidades e paradoxos.




     "Não encontre defeitos, encontre soluções; qualquer um sabe queixar-se." (Henry Ford)

     "Você não crescerá a não ser que tente algo além daquilo que já domina." (Ronald Osborn)

     "A mente bem preparada será sempre mais favorecida pela sorte." (Louis Pasteur)

     "Não há sucessos sem metas. Não há resultados sem metas. Não há crescimento sem metas. Não há avanço sem metas. Nada é atingido sem metas." (Rosieler R. Campos)

     "As metas são essenciais, e não apenas para nos motivar. Elas são fundamentais para que possamos nos manter vivos." (Robert H. Schuller)


  
ASSERTIVAS
Previsões precisas by ACCaldas





     "(...) Estamos seguindo um caminho perigoso e terrrível.Não estamos realizando nenhum esforço de venda; e o Governo vem incrementando as compras, através de mecanismos facilitadores de financiamentos externos. Não estamos vendendo, mas a produção está sendo colocada e o PNB está subindo. Isso é um sonho absurdo! Vamos acabar contraindo a maior dívida externa que já se teve notícia; e será então, muito difícil sairmos do círculo vicioso." (Antônio Carlos Caldas, redator-analista investigativo para asssuntos internacionais – Política, Economia, Finanças, Negócios e Marketing –, em sua Coluna diária publicada no JORNAL DO COMMERCIO do Rio de Janeiro, em 22 de julho de 1975).
Nota do Editor: Endividamento externo bruto do Brasil, em 1975: US$ 21.17 bilhões (US$ 2.62 bilhões, em 1964).

     "(...) Por precisarem defender suas análises teóricas, racionais mas ilógicas, os tecnocratas, os economistas e os financistas passaram a se utilizar, como que verdadeiros advogados de defesa, do benefício da dúvida. Só que na Justiça a dúvida liberta o réu; na economia, a dúvida mata o mercado."

(Antônio Carlos Caldas, em palestra-debate no 8º Encontro Empresarial do Rio de Janeiro, em julho de 1987)


FRASES LAMENTÁVEIS




Frases lamentáveis foram ditas e repetidas inúmeras vezes, e,

assim, muitos acabaram por acreditar na sua veracidade.



     "Se eu devo um milhão de dólares, o problema é meu; se devo um bilhão de dólares, o problema é seu."

     Em 1981, o paulista Antônio Delfim Netto, "pontífice" da Economia brasileira na época do Regime Militar de 1964, enuncia sua frase mais antológica. Inacreditavelmente, a maior parte das elites do País passa a acreditar que a dívida externa não é para ser paga. Deu no que deu!

Antonio Delfim Netto
Fonte-Foto: agencia1,com.br
Nota do EditorDurante o período Delfim Netto na pasta da Fazenda ocorreu o chamado "milagre econômico brasileiro", quando prevaleceu um forte controle dos salários — que ficou conhecido como "arrocho salarial" — e dos preços de todos os produtos industrializados, que era feito através da CIP, ou comissão interministerial de preços.
Delfim Netto nasceu em 1 de maio de 1928. Economista, professor universitário e político brasileiro. Professor emérito da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo, onde fez sua carreira acadêmica, tornando-Professor Titular de Análise Macroeconômica em 1983. Durante o Regime Militar, entre 1969 e 1974, foi Ministro da Fazenda e, no governo do presidente João Figueiredo, foi sucessivamente Ministro da Agricultura em 1979, Ministro do Planejamento entre 1979 e 1985 e embaixador do Brasil na França. Delfim Netto foi citado como provável peça-chave no escândalo Coroa-Brastel, mas o STF – Supremo Tribunal Federal não obteve licença para processá-lo. Após a redemocratização do Brasil foi eleito cinco vezes consecutivas deputado federal, pelo PDS e por siglas que o sucederam - PPR, PPB e PP.)





     Moral da história. Para que se possa conter as imoralidades públicas e privadas que enfrentamos na Vida diária, é essencial que se tenha moral, que se seja uma pessoa de caráter, ética, em quem não predomine a hipocrisia nem o temor de confrontar-se com os corruptíveis.


     O Governo brasileiro continua empregando o estratagema que procura confundir um enganoso conceito meramente estatístico de "Renda familiar" com uma propalada melhoria na distribuição por conta do enriquecimento que possa estar acontecendo no seio das "Classes Sociais". Politicamente, trata-se de artifício hábil e astucioso, pois apresentando um fantástico aumento das Classes "B" (Classe Média ou burguesia), "C" e "D", no País.
     Nota do Editor
     Tentar confundir "Classe Social" com "Renda familiar" é ardil, pois esta tão-somente representa a soma total das rendas e dos salários recebidos por todos os diferentes membros de uma família, que vive sob um mesmo teto ou um mesmo sobrenome. Entende-se por Renda, a somatória resultante da remuneração do trabalho, do lucro de operações comerciais, dos juros de investimentos, etc. Salário, por outro lado, é uma simples contraprestação devida e paga diretamente pelo empregador ao empregado (sem mencionar os "informais" ou o "ocasionais" de festas de final de ano e outras).
A designação Classe social surge na Europa em fins da Idade Média, com o desenvolvimento econômico e o aparecimento das cidades, enquanto a burguesia (Classe Média) vai, gradativamente, infiltrando-se na aristocracia, logo passando a dominar a vida política, social e econômica a partir da Revolução Francesa. No Século 19, diversificou-se em alta burguesia, detentora dos meios de produção, e média e pequena burguesia (no séc. XX designadas como Classe Média). A Classe Média engloba apenas os que exercem profissões liberais e todos aqueles cujos interesses ou atividades estão ligados, de uma forma ou de outra, às altas esferas econômicas e às classes dirigentes.

     "Há ONGs picaretas entre as 220 mil que atuam no Brasil." (Comandante do Exército na Amazônia, o General Augusto Heleno Ribeiro Pereira, em 10 de abril de 2008, já advertia em entrevista ao jornal "O Estado de São Paulo".)

     "Alerta Amazônia: o paraíso das águas acaba de sofrer a maior seca da história. (...) A Floresta Amazônica era um denso tapete verde formado pela mescla de grandes volumes de água e matas. (...) Nem nos pesadelos mais terríveis dos ecologistas se previa que um dia a Floresta Amazônica pudesse morrer de sede. (...) O Sol implacável fez sumir na evaporação igarapés e igapós que circundavam as matas. (...) Nas árvores ficaram as marcas de uma vazante sem precedentes. No lugar na água, apenas areia e lama bloqueando a navegação."
     Nota do Editor: A matéria foi publicada na Edição 05 do Jornal ACADEMUS, órgão oficial da divulgação da Academia Nacional de Economia, na primeira quinzena de fevereiro de 2006. Mas o gravísssimo problema foi então considerado apenas como mais um caso "pontual". "Pontual"? A explicação para a seca que atingiu a região Norte estava no oceano Atlântico. Até quando vamos ter de ouvir (ou ler) sobre esses tais "problemas pontuais", que sempre estão sem responsáveis ou apresentações de quaisquer soluções?
 



Serviços para Empresas, Produtos e Profissionais por excelência




WORLD ECONOMY by ACCaldas (Economia Mundial) Rankings 2010-2011 (PIB etc.) // As Maiores Economias do Mundo


BRAZILIAN ECONOMY by ACCaldas
BRASIL – ECONOMIA 2010-2011, POLÍTICA e SOCIAL // BRICS





JUSTICE & INJUSTICES by ACCaldas
JUDICIÁRIO BRASILEIRO // Enigmas em Sentenças Judiciais





CURSO DE MARKETING ONLINE by ACCaldas
                             Curso de Comercialização e Marketing: "Ondas de Evolução"



THE HISTORY detonated by ACCaldas
Enigmas da História detonados em Matérias Investigativas





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     ABRASCC-MKT Academia Brasileira de Ciências da Comercialização e Marketing: abrascc.mkt@pacwino-by-accaldas.com.br










Governo Federal do Brasil
Presidência da República do Brasil
Controladoria Geral da União





     Ter uma visão prospectiva que assegure previsões cada vez mais precisas é qualidade fundamental do homem de hoje, seja na direção de Estados-nações, organismos públicos e empresas, em atividades profissionais liberais e até mesmo nos lares.

     O mercado está competitivo e agressivo, demandando profissionais esclarecidos e altamente qualificados, capazes de assegurar antevisões mais confiáveis. Mas, senão há exata compreensão do que verdadeiramente ocorreu no mundo até 1982, dificilmente poderão ser encontradas respostas que explicitem ao menos o atual momento de transição e muitas incertezas.

     Com a invenção da Dívida Nacional (ou Pública), em 1694, a a criação do Banco Central da Inglaterra, os governos passam a se prover de recursos financeiros através da simples emissão de títulos, negociados e subscritos livremente por quem dispõe de poupanças. Mas o homem logo aprende a fabricar crises financeiras, com seus assustadores escândalos especulativos.

     Por favor, caros senhores Jornalistas ditos especialistas em Economia e lideranças empresariais, é essencial recuperar os verdadeiros fundamentos dos negócios reais e concretos (físicos). "Mercado" ou "Finanças" não são sinônimos de Economia, e Economista é alguém que se especializou em Finanças Públicas.


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2 de jan. de 2013

BRASIL // TRÊS SUBSEÇÕES: Informações e Ranking


BRASIL 1 - PRODUÇÃO - PIB - Etc. // Ranking Mundial


Última Atualização: 18-01-2013
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PRODUÇÃO – PIB:

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PIB paridade do poder de compra - GDP/PPP
(GDP - purchasing power party):
2008 -          – US$ 2,045,000 milhões
2009 -          – US$ 2,041,000 milhões
2010 - 007º – US$ 2,181,677 milhões 
2011 - 006º – US$ 2,492,908 milhões
2012 -
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PIB taxa de câmbio oficial
(GDP - official exchange rate):
2010 - US$ 2,024 bilhões
2011 - US$ 2.453 trilhões
2012 -
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PIB taxa de crescimento real
(GDP - real growth rate):
2008 -          – 5,1%
2009 -          – 0,2%
2010 - 018º – 7,5% (2010 est); 0,2% (2009 est.);
2011 - 126º – 2,7%
2012 -
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PIB per capita (PPP)
(GDP - per capita - PPP):
2008 -          – US$ 10,400
2009 -          – US$ 10,300
2010 - 104º – US$ 10,900
2011 - 102º – US$ 11,800
2012 -
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Taxa de crescimento da produção
(Industrial production growth rate):
2010 - 015º – 11,5% 
2011 - 145º –   0,3%
2012 -
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PIB Composição por setor:
(GDP - composition by sector):
2010 - Agricultura: 6,1%; Indústria: 26,4%; Serviços: 67,5%
2011 - Agricultura: 5,5%; Indústria: 27,5%; Serviços: 67%
2012 -
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Agricultura – Produtos
(Agriculture - products):
2010 - Café, soja, trigo, arroz, milho, cacau, cana, cítricos, carne
2011 - Café, soja, trigo, arroz, milho. cana de açúcar, cacau, cítricos, carne bovina
2012 -
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Indústrias – Produtos
(Industries):
2010 - têxteis, calçados, produtos químicos, cimento, madeira, minério de ferro, estanho, aço, aviões, automóveis e peças, máquinas e equipamentos
2011 - têxteis, calçados, produtos químicos, cimento, madeira, minério de ferro, estanho, aço, aviões, veículos automóveis e partes, máquinas e equipamentos  
2012 -
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TRABALHO & RENDA:
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Força de trabalho
(Labor force):
2010 - 006º – 103,6 milhões
2011 - 006º – 104,7 milhões
2012 -
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Força Trabalhadora - por ocupação:
(Labor force - by occupation):
2010 - Agricultura: 20%; Indústria: 14%; Serviços: 66% (2003 est.)
2011 - Agricultura: 20%; Indústria: 14%; Serviços: 66% (2003 est.)
2012 -
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Taxa de desemprego
(Unemployment rate):
2010 - 074º – 7% (2010 est); 8,1% (2009 est.)
2011 - 062º – 6%
2012 -
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População abaixo da linha da pobreza
(Population below poverty line):
2010 - 26% (est. 2008)
2011 - 21,4% (est. 2009)
2012 -
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Renda familiar ou consumo por percentagem
(Household income or consumption by percentage share):
2010 - mais baixo 10%: 1,1%; mais de 10%: 43% (2007)
2011 - mais baixo 10%: 0,8%; mais de 10%: 42,9% (2009)
2012 -

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Distribuição de renda familiar - índice de Gini
(Distribution of family income - Gini index):
1998 -          – 60,7
2005 - 010º – 56.7
2012 - 016º – 51,9
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EXPORTAÇÕES & TAXA DE CÂMBIO
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Exportações
(Exports):
2010 -          – US$ 153,000 milhões
2010 - 024º – US$ 199,7 bilhões
2011 - 024º – US$ 256 bilhões
2012 -
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Exportações – Commodities

(Exports - commodities):
2010 - Equipamentos de transporte, minério de ferro, soja, calçados, café, automóveis
2011 - Equipamentos de transporte, minério de ferro, soja, calçados, café, automóveis2012 -

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Exportações Principais Parceiros
(Exports - partners):
2010 - China 12,49%, EUA 10,5%, Argentina 8,4%, Holanda 5,39%, Alemanha 4,05% (2009)
2011 - China 17,3%, EUA 10,1%, Argentina 8,9%, Holanda 5,3
2012 -
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Taxa de câmbio
(Exchange rates):
2006 - Reais (R$) por Dólar (US$): 2,1761
2007 - Reais (R$) por Dólar (US$): 1,85
2008 - Reais (R$) por Dólar (US$): 1,8644
2009 - Reais (R$) por Dólar (US$): 1,9976
2010 - Reais (R$) por Dólar (US$): 1,77  
2011 - Reais (R$) por Dólar (US$): 1,6728
2012 -
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IMPORTAÇÕES:
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Importações
(Imports):
2009 -          – US$ 127,7 bilhões
2010 - 022º – US$ 187,7 bilhões 
2011 - 023º – US$ 226,2 bilhões
2012 -
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Importações – Commodities
(Imports - commodities):
2010 - Máquinas elétricas, material de transporte, produtos químicos, óleo, peças automotivas, eletrônicos
2011 - Máquinas, Equipamentos elétricos e de transporte, produtos químicos, petróleo, autopeças, produtos eletrônicos
2012 -
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Importações – Principais Parceiros
(Imports - partners):
2010 - EUA 16,12%, China 12,61%, Argentina 8,77%, Alemanha 7,65%, Japão 4,3%
2011 - EUA 15,1%, China 14,5%, Argentina 7,5%, Alemanha 6,7%, Coréia do Sul 4,5%
2012 -